Emiliano Castro é compositor, professor de música e antropólogo.

Participou em mais de 40 discos gravados no Brasil e na Espanha como instrumentista, arranjador, compositor ou produtor. Trabalhou ao lado de artistas brasileiros como Yamandú Costa, Paulo Bellinati, Emílio Santiago, Fabiana Cozza, Nei Lopes, Marina de la Riva, Tiê, Guinga, André Mehmari, Spok, Maria Alcina, Amelinha, entre outros grandes nomes. Além de inúmeros palcos do Brasil e Espanha, tocou na França, Holanda, Bulgária, Senegal e Peru.

Em 2011 lançou-se em carreira solo com o álbum Kanimambo (produzido por Paulo Bellinati) e atualmente circula com seus shows autorais Siete Caminos – o violão iberoamericano nas 7 cordas brasileiras (quatro músicos e uma dançarina flamenca) e Violão de Fronteira (show solo). É fundador e compositor nos projetos Duodelá (www.duodela.com), Lamérica (www.facebook.com/lamericamusica), TudoQueTocoTuTocas (www.tudoquetocotutocas.com.br) e nos grupos de choro Quinteto Pauliceia e Choro de Bola.

É diretor do Instituto d’O Passo (www.institutodopasso.org) e difusor deste método de educação musical presente em 4 países.
Trabalha em parceria como Instituto Premier de Educação e Cultura e com o Hospital Premier (www.premierhospital.com.br) em atividades de integração corporativa e construção da cidadania em diferentes projetos desta institutição.
É sócio-fundador da produtora LOA Cultural (www.loacultural.com.br).

Brasileiro, viveu entre 1978 e 80 em Moçambique, África. Entre 2001 e 2005 viveu na Espanha onde estudou violão flamenco, foi apresentado ao violão iberoamericano e onde inaugurou e dinamizou um movimento de cultivo do gênero musical Choro que vigora até hoje.

Cientista social (USP, 2000) tem publicações na área da antropologia e ministra periodicamente conferências sobre história e estética da música brasileira e do flamenco.